fanzines de banda desenhada

terça-feira, setembro 20, 2016

Feira Morta na Cinemateca de Lisboa


Como escreve o jovem Sar, competente e incansável organizador desta bem vivinha Feira Morta:

"A décima edição da Feira Morta acontece dia 24 de Setembro na Cinemateca de Lisboa.
 Permanentemente em fuga, a Feira Morta esconde-se na Cinemateca Portuguesa no último sábado do mês para receber as delícias da edição independente,
sejam elas livros, revistas, zines, comix, música ou filmes ou… qualquer outra expressão DIY.


Mantendo o seu espírito de Festa DIY, a Feira Morta abarca dezenas de artistas e editores que trabalham de forma independente, promovendo a partilha, o contacto directo entre criador e público e o debate em torno da prática da edição-de-autor.

Aos fanzines, revistas, livros, BD’s, discos, cassetes e tudo mais, junta-se concertos de música emergente, conversas, filmes e apresentações de novidades editoriais e tem-se uma Feira Morta!"

E agora digo eu: prezo bastante esta muito cheia de vida Feira Morta por várias razões, mas uma delas tem a ver com o facto de ser lá que consigo encontrar alguns fanzines, ou seja, novidades do nosso fanzinato. 
Como tantas vezes tenho escrito, os fanzines são aparentemente "voláteis" (tal a rapidez com que aparecem e desaparecem, e os seus editores (faneditores) imprevisíveis. 
Como posso encontrar e comprar fanzines, perguntam-me por vezes. "Está atento às feiras alternativas que de vez em quando se realizam, geralmente com o nome de Feira Morta, que já se chamou Feira Laica", respondo. 

Passo a reproduzir o resto do texto do "press release" que o Sar me enviou:

"Com início marcado para as 14h, a Cinemateca abre as portas do pátio para receber editores e público. Ao longo do dia, iremos dar a conhecer as novidades editoriais que o Verão curou, em apresentações informais com a presença dos editores e iremos também conversar coloquialmente sobre Espaços de Cultura Independente, convidando todos os interessados a integrar a participar na conversa.
Os DeathGigs - concertos de música de ponta da Feira Morta - ficam a cargo da mui jovem e nobre Alienação, um colectivo/label com raízes na electrónica e na exploração etérea, que traz ao pátio da Cinemateca concertos de TrashCan e PURGA.
 Para fechar a noite em grande - e porque estamos na Casa do Cinema - a Cinemateca exibe o filme The Shop Around The Corner de Ernst Lubitsch.
 O evento da extrema danação DIY está de volta e está toda a gente convidada para participar na festa!"

 
Parece-me que com este apelativo convite, quem ler este post ficará altamente interessado! 

P.S.- Com grande pena minha, desta vez não poderei estar presente na feira, porque estarei em Óbidos, no Folio Festival Literário Internacional a falar sobre fanzines.

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sexta-feira, julho 22, 2016

Mercado de Edição Independent 666 - Necromancia Editorial


         Cartaz da autoria de Kimkiduk

O título com que se apresenta, Necromância Editorial, está bem sintonizado com o evento subjacente: Mercado de Edição Independente 666, e o cartaz não podia ser mais sugestivo.

A presente Necromância Editorial tem co-organização de duas editoras independentes, a Chili Com Carne-CCC e a Signal Rex, e vai realizar-se, neste ano de 2016, a 23 e 24 de Julho (sábado e domingo), entre as 15h e as 20h, em Barcelos, no Palco Taina. 

Sim, o local é diferente de anos anteriores, já esteve em Barroselas (Festival SWR) e Lisboa (Almas Late Market) qual é o problema de mudar mais uma vez de sítio?

Nesta feira, à semelhança das edições anteriores, haverá à venda fanzines, revistas e álbuns de BD, discos, livros, K7's do underground
Estes materiais são fornecidos por entidades colectivas e individuais: Chili Com Carne-CCC, MMMNNNRRRG, Signal Rex, Slovenly e Xavier Almeida.   

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segunda-feira, fevereiro 01, 2016

1º Salão do Fanzine de Banda Desenhada - Lisboa 87




1º Salão do Fanzine de Banda Desenhada - Lisboa 87 foi um evento realizado na FIL, o precursor de salões e/ou feiras do género em Portugal, um título nostálgico para este bloguista. 

Sendo eu, desde há dezenas de anos, grande entusiasta dos fanzines, foi em representação do Clube Português de Banda Desenhada-CPBD que organizei este evento, com direito a divulgação no inesquecível suplemento jornalístico DN Jovem,  duas páginas semanais do jornal Diário de Notícias, neste caso com data de 28 de Abril de 1987. 

A notícia foi publicada na estreia da rubrica Bêdêene, assinada por Pedro Cabrito que, enquanto autor de BD passaria a assinar como Burgos, depois Pedro Burgos. 

Pedro Burgos continuou a fazer BD, eu continuei a organizar Feira de Fanzines (várias na Estufa Fria, por exemplo).  
Tenciono voltar a fazê-lo, pelo menos mais uma vez, agora na Amadora, na ampla sede/galeria do Clube Português de Banda Desenhada.

Também continuei a coleccionar fanzines e a editá-los. Fanzinista uma vez, fanzinista para sempre.  

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sexta-feira, janeiro 29, 2016

Feira Morta - Mais uma ressurreição


A Feira Morta vai ressuscitando periodicamente, e isso é bom.

É muito bom mesmo, porque dá oportunidade a mais um fim-de-semana dedicado à meritória e indispensável edição de autor.

Aliás, os organizadores do evento - de que o mais saliente se apresenta pelo pseudónimo de "Sar" - têm bons apoios, e é num deles, a ACM-Associação Cultura no Muro, que se vai realizar mais uma edição da Feira Morta (agora Feira Morta 2k16 A.D.) que está bem viva e recomenda-se.

Para a divulgação do programa, reproduzo o texto que me foi enviado pelo jovem amigo Sar. Ei-lo:


Como sempre, estarão presentes artistas e editores, autores de fanzines, de revistas, comics, cadernos, de ilustrações, cassetes, vinyl, discos e de outros objectos de cariz artístico-bizarro, para falar dos seus trabalhos e apresentar as edições mais recentes do djet da edição independente.

Os DeathGigs, concertos de música exploratória e de ponta. Numa edição que se quer preenchida são seis os projectos que sobem ao palco da SMUP, a ver: as sombrias paisagens sonoras de Far Warmth; Marta Sales acompanhada de Elisa Pône e Rodrigo Dias num espectáculo trans-disciplinar que alia som e live animation; as viagens celestiais de Jejuno; o imprevisível dinamismo dos dinamarqueses brynje 1og2; e ainda Verme e Bleandant, dois nomes notáveis do colectivo-label a Besta.




Workshops para todas as idades: Para os mais pequenos, no Sábado há a Oficina das "Pequenas Criaturas” e no Domingo faz-se um livro de BD de raiz no workshop “Da Ideia ao Livro”. Nos dois dias Rafael Dionísio ministra o “workshot de escrita criativa “Experiências e Ficções"  direccionado a todos os que tenham a faculdade da escrita.

A vídeo-arte estará em emissão ininterrupta no DeathScreening, garantindo a maturação das pupilas e uma dose saudável de lavagem cerebral.

 Num universo que se crê, cada vez mais, relativo, incerto e provavelmente multi-dimensional, a Feira Morta permanece um espaço/tempo em que a edição de autor e as práticas DIY são o cerne de um todo maior que a soma das partes. Nesse sentido, convida todos os entes a integrar esta festividade e a experienciar directamente a maravilhosa realidade da auto-edição.

"Que ele viva, seja próspero e saudável"

FEIRA MORTA 2K16

ACM - Associação Cultura No Muro
SMUP
Rua Marquês de Pombal 319, 2775 - 265 Parede
Lisboa, Portugal

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sábado, setembro 19, 2015

Feira Morta VI - Auto-Edição Lisboeta, Fanzines, Concertos





Alguém lhe pôs o nome de Feira Morta, decerto para ser mais desconcertante o contraste com a realidade vívida e buliçosa do evento.

Aliás, o texto da divulgação faz ressaltar esse aspecto. Cito:

A Mega-Mini Morta tem tudo de uma morta normal, mas só num dia. É 1 dia com o valor de 2! Imperdível! Venham comprar fanzines e ficar a par das últimas do mundo da Auto-Edição Lisboeta.  Tragam fanzines de casa, para trocar! Vejam um concerto gratuito do Yan Gant Y Tan.  Oiçam as malhas que inspiraram o Gato Mariano e o Gréc durante o seu “Processo de Contágio”. Participem nos lançamentos e conversas; perguntem o que quiserem aos vossos editores independentes preferidos.
E quando tiverem fome ou sede, passem no bar e apanhem uma jola e uma chamuça vegan.
Na FEIRA MORTA vale tudo.


Para quem não ande a par deste tipo de eventos alternativos, fica a saber que estamos perante a 6ª edição da dita feira. 
Naquelas que visitei sempre me impressionou a animação editorial fanzinística, mas não só.
E não foge à regra a que vai decorrer no dia 20 do corrente mês de Setembro, um Domingo, nos Adamastor Studios.

De facto, o lançamento de fanzines, novos ou continuações, é sempre um motivo de interesse neste evento e nos congéneres.

É o caso do zine Violência Electrodoméstica #3, com a presença dos editautores Xavier Almeida e Pato Bravo.
E também o faneditor Gréc, com o seu novo zine Above Evolution, bem como a faneditora Hetamoe, que apresentará o seu fanzine Muji Life.

Radiation, Need More Love e The Scorcher são outros títulos presentes nesta feira Morta-Viva! 

Horário:
Abre às 2pm – it’s on!
Acaba às 8pm – it’s off…

3 pm – Zines for PSCHOTIC WOMEN
Sallim & Clube do Inferno
Apresentação e Conversa

4pm – Processo de Contágio DJ SET
5pm – Novas Publicações ( non Stop ) New Press
7pm – DEATHGIG : Yan-Gant Y-Tan

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terça-feira, junho 30, 2015

Festival Silêncio e fanzine "Flanzine"





Vai haver muito barulho, de 2 a 5 de Julho, à volta do Festival Silêncio 2015, na sua 5ª edição. 

Onde? Entre o Cais do Sodré e Santos, passando pelo Jardim D. Luís, de que mostro uma imagem (desfocada, hélas!), ali ao lado do Mercado da Ribeira.

O Festival Silêncio engloba um outro evento, intitulado Zilêncio - Mostra de Zines e publicações independentes, onde se poderá encontrar o Flanzine - pelo título, dir-se-ia um fanzine comestível? -, entre as 16h e as 21h.

Há que esclarecer que o evento é bastante abrangente (tanto no programa como nos espaços que ocupa) e tem justas ambições. Apercebemo-nos disso ao ler o extenso e bem elaborado texto divulgatório. Reproduzo-o, com a devida vénia a quem o escreveu.

O Festival Silêncio é a celebração da palavra enquanto unidade criativa, veículo do pensamento e da criação.
O Festival tem lugar no Cais do Sodré (eixo da Rua de São Paulo), entre os dias 2 e 5 de Julho de 2015 e é um convite aberto à participação, transdisciplinaridade, inovação, experimentação e criação.
Durante quatro dias, o Festival Silêncio oferece à cidade de Lisboa uma programação pensada em conjunto com uma diversidade de artistas, produtores, entidades de criação, estruturas de divulgação e instituições de carácter social e cultural locais, nacionais e internacionais.
O Festival Silêncio é cinema, concertos, conversas, espectáculos, exposições, feiras, intervenções e workshops. É na rua, nas fachadas, nas montras, nas galerias, nos cafés, nos clubes, no museu, na praça.
O Festival Silêncio é a festa da palavra dita, escrita, pensada, encenada, cantada, musicada, filmada e ilustrada.

É um convite à cidade de Lisboa, é de todos e para todos.
Objectivos:
1. Celebrar a palavra como unidade de criação e conhecimento e incentivar a transdisciplinaridade, com uma aposta clara na reflexão, pesquisa, experimentação e inovação artísticas, facilitando a criação de novas ideias e a sua implementação através da colaboração e participação cultural ativa.
2. Assegurar uma programação diversa e inclusiva que promova a proximidade e o diálogo entre audiências, artistas, produtores e agentes culturais, potenciando iniciativas em que o público possa ter um papel activo na construção e na criação do Festival.
3. Desenvolver e assegurar um modelo de festival comunitário que, estimulando novos modos de participação cultural ao nível do bairro, contribua para o desenvolvimento de novas dinâmicas de proximidade local e potencie um sentimento colectivo de pertença, de participação comunitária e de solidariedade cultural.

O BAIRRO
A 5ª edição do Festival Silêncio tem lugar no bairro do Cais do Sodré (eixo de São Paulo), onde os diferentes espaços habitados se tornam palcos e espaços de programação e intervenção cultural. Exceptuando algumas actividades de formação e workshops, a programação é de acesso gratuito, estimulando diferentes dinâmicas de proximidade e de transmissão social e cultural, entre o bairro, os participantes e o público em geral.

AS PARCERIAS
O conceito programático do Festival Silêncio tem como premissa o diálogo interdisciplinar e tem como eixo temático as possibilidades da palavra, enquanto unidade e logos criativo. A programação do festival resulta do envolvimento comum e do contributo de dezenas de parcerias com vários agentes culturais, unidos em torno da criação de um programa que é um diálogo aberto com os participantes, o comércio local, os visitantes e os moradores.
Entre parcerias estratégicas, parcerias de programação, parcerias de divulgação ou parcerias de natureza logística, ao longo dos dois últimos meses, foi criada uma rede de parceiros que integra espaços de comércio e de programação local, assim como diferentes projectos, plataformas e instituições culturais, de âmbito local e nacional.
Esta rede de parcerias e as sinergias criadas tornam o festival um polo de visibilidade e dinamização de projetos e ideias e um ponto de encontro entre todos os participantes, visitantes e curiosos.

OS PERCURSOS
A edição 2015 do Festival Silêncio estabeleceu ainda parcerias institucionais com três entidades de programação, investigação e criação da cidade de Lisboa, nomeadamente com a Casa Fernando Pessoa, a Escola Superior de Belas Artes e a Fundação Saramago
A partir destas parcerias, foram criados três percursos temáticos, criando três caminhos de programação variada a ligar, cada um dos parceiros institucionais, à Praça de S. Paulo.

PARCEIROS DE PROGRAMAÇÃO – A Avó Veio Trabalhar; Associação Oficina do Cego; Associação Sentidos Ilimitados; Colectivo Frame 408/ Pátio Ambulante; Contabandistas de Estórias; Conversas de Lisboa/Arquivo 237; Douda Correria; Escrever Escrever; Falso Movimento – Estudos sobre escrita e cinema; Flanzine; GAU – Galeria de Arte Urbana; GivLOWe; IADE – Creative University; Libreto – Cadernos Artesanais; Lyceu Passos Manuel; Marítimo Lisboa Clube; Mia Soave; Museu da Marioneta; Musicbox; Ordem dos Arquitectos – Secção Regional Sul; Porno Discos; Projecto Lit&Tour: Literatura e Turismo; Restaurante/Esplanada Jardim da Estrela; Tell a Story; Terra Incógnita – IV Festival Internacional de Contos de Lisboa, Literaturwekstatt Berlin.
PARCEIROS DE ACOLHIMENTO –  3D Spot; A Conserveira de Lisboa; A Viagem – Petiscaria Bar; Água de Beber; Arco da Velha; ArtefaB; BDO; Build My Bike; Café Tati; Can the Can; CAO – Café da Ordem dos Arquitectos; Casa dos Ovos Moles em Lisboa; Castro Beer; Champanharia do Cais; Don Castellana; Filart; Forninho da São Roque; Galeria Municipal da Boavista; GivLOWe; Groovie Records; Hamburgueria Gourmet: Café do Rio; Jamaica; La Creperie; La Puttana; Livraria do Desassossego; Livraria Palavra de Viajante; Lounge; Marítimo Lisboa Clube; Menage Strip Club; Mercearia Tosca; MIA Vintage; Musicbox; Ordem dos Arquitectos – Secção Regional Sul; Pachamamma; Pastelaria 4 Estações; Pastelaria Atlântica; Pastelaria Paulista; Piano Aquário (Estúdio Vera Prokic); Povo; Preto no Branco; Quiosque-Biblioteca Jardim da Estrela; Restaurante/Esplanada Jardim da Estrela; Sol e Pesca; Sucrée; Taberna Tosca; Tokyo; Verso Branco; Viking; Wetani
APOIO À PRODUÇÃO ACS – Associação Cais Sodré; Armazém 42; Associação Mais Cidadania; Finepaper; Goethe-Institut Portugal; Lourisom; Mais Skillz; Prosonic; Rosa Filmes
APOIO À COMUNICAÇÃO – Leo Burnett Lisboa; Buran Studio; EC.ON – Escola de Escritas

CONTACTOS:
Festival Silêncio
Travessa dos Remolares, n 11, 2 Esq
1200 Lisboa
Office: 21 343 01 07
Para sugestões de programação: festivalsilencio@ctlisbon.com
Entrevistas e informações:sara.cunha@ctlisbon.com

Apoios Institucionais
CML
DGARTES
JUNTA FREGUESIA MISERICORDIA
Parceiros de Produção
EGEAC
ETIC
Iniciativa Inserida
FESTAS LISBOA













Festival Silêncio 2015

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sexta-feira, maio 15, 2015

Mercado de fanzines e de BD

O Mercadinho do Beco, na Mouraria, volta a movimentar-se na direcção dos fanzines e da banda desenhada.

E como é que o pessoal responsável pela actividade da Mouradia - Casa Comunitária da Mouraria põe em prática mais uma edição do Mercadinho do Beco?

Lançando um simpático convite a todos os faneditores e fanzinistas que queiram vender fanzines, e a todos os apreciadores de BD em geral que queiram vender revistas de banda desenhada, novas ou manuseadas, para participarem no mercadinho, que estará a funcionar no dia 30 de Maio a partir das 14h00.

A ocupação do espaço é gratuita, e é possível utilizar bancas da organização.

As inscrições podem ser feitas através do e-mail

mourariacomunica@gmail.com

ou pelo telemóvel 917015721

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sábado, março 28, 2015

Feira Morta - Há lá fanzines






É na centenária S.M.U.P. - Sociedade Musical União Paredense que se vai realizar mais uma edição da Feira Morta, no fim-de-semana de 28 e 29 de Março, entre as 14h e as 22h.
Trata-se de um evento onde os fanzines que tratam de BD são presenças habituais.

Desta vez quem me enviou e-mail a anunciar o evento foi a Catarina Domingues. Ela e o Tiago Baptista são os elementos dinamizadores da feira em geral e da componente fanzinística em particular, sendo ele um faneditor bastante activo, responsável desta vez por dois momentos especiais:

1º - Reedição do primeiro número do zine Preto no Branco;
2º - Lançamento de um novo título, o Aberto.

Por conseguinte, os fãs de fanzines de Lisboa e arredores têm já um programa bastante atractivo: ir até à Parede.

Eu gostaria de passar por lá, mas tenho compromissos que me impedem de o fazer.

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sexta-feira, setembro 05, 2014

Feira Morta





Feira Morta? Não se pode levar a sério tão tétrico título, aliás toda a comunidade interessada em feiras alternativas e independentes, sabe que esta feira - substituta da Feira Laica - está bem viva e fortemente activa em todas as vertentes. 
Pessoalmente, sublinho desde já a forte componente dos fanzines, em paralelo com as edições de autor. Mas há também exposições, e não faltam concertos para avivar a malta.

Para complementar o soberbo cartaz de Afonso Ferreira, eis uma boa frase escrita pelos organizadores:

"Seguindo a tradição iniciada pela Feira Laica em 2004, a FEIRA MORTA continua a promover a prática DIY e a edição de autor (...)

A Cultura no Muro surgiu da necessidade de dinamizar a oferta cultural e fomentar o pensamento crítico e a participação cívica activa na área da Parede e arredores. Aliando-se à SMUP, casa das artes por excelência, faz da sua missão cultural dar destaque a projectos que potenciem a criação artística e a difusão de ideias.
 

Agora é a vez da ACM acolher em sua casa a FEIRA MORTA em mais uma celebração da grande obra que é editar de forma independente."
Quando? pergunta este bloguista, cheio de curiosidade.

A fim de matar o Verão mais morto de que há memória, a FEIRA MORTA vai arrastar-se até à Parede nos dias 
 6 e 7 de Setembro.


Onde? volto eu a perguntar


O local do crime será a SMUP - Sociedade Musical União Paredense e terá como cúmplices o bando da Associação Cultura no Muro
 
SMUP 

(à saída da estação da CP da Parede, lado mar) 

Rua Marquês de Pombal 319 2775 Parede 

Parede, Lisboa, Portugal


+INFO.

HORÁRIOS

ABERTURA: 14h

ENCERRAMENTO: 23h



Sábado

CONCERTOS

DESLIZE - 17h


CAGA NISSO - 20h



CINEMA OCEANO

"GOODBYE LENIN"
Sábado - 21h.30


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Domingo
CONCERTOS

ONDNESS dj set - 17h
BANDEIRA BRANCA - 20h


LINkS

Evento:

Feira Morta

ACM
https://www.facebook.com/CulturaNoMuro
 

Imagens que ilustram o "post", colocadas "a posteriori":

1. Cartaz da Feira Morta
2. Pormenor da feira
3. Aspecto do edifício da SMUP-Sociedade Musical União Paredense

(Nota: estas duas fotos foram feitas por Álvaro, a quem agradeço a gentileza e o bom trabalho fotográfico)  

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