fanzines de banda desenhada

Sexta-feira, Novembro 20, 2009

Boletim do Clube Português de Banda Desenhada - nº 125 - Set. 2008

Capa do fanzine Boletim do Clube Português de Banda Desenhada, elaborada sobre desenho de Carlos Alberto para O Combate de Pembe
Os textos das legendas de todas estas páginas de revistas antigas de BD ficam visíveis quando ampliadas. E como sabem os mais experientes, basta um simples clic em cima das imagens


Quatro pranchas da bd Reconquista de Angola, realizada por Vitor Péon para a [revista] Mundo de Aventuras nos anos 1950, um dos seus períodos mais fecundos e onde se mostrava possuidor de todos os seus atributos - facilidade no desenho e grande expressividade.

Chaimite, banda desenhada reproduzida na [revista] Cavaleiro Andante, em 1955, teve autoria de Fernando Bento, de que aqui se mostram duas pranchas.


O Combate de Pembe, apresentado na primeira página/capa da revista Mundo de Aventuras (nº367 de 23/8/1956), com a frase "Um episódio heróico da nossa História com a aventura empolgante de João Roby", e mais duas pranchas, teve autoria de Carlos Alberto.
Capa da revista Diabrete (nº 875, de 17/11/1951)

Três pranchas da bd intitulada O Ponto. Novas aventuras por causa de uma talhada de melão, da autoria de Fernandes Silva, publicadas na revista Diabrete.
Capa da revista Camarada que é também a prancha inicial da bd Perigo na Selva, por Eugénio Roque
Perigo na Selva, banda desenhada por Eugénio Roque, (in Camarada nº 17-7º Ano-2ª série- 22/8/1964), autor de assinalável talento que não chegou a alcançar a nomeada do irmão Carlos Roque, talvez por este, mais velho, ter decidido emigrar para a Bélgica, onde foi colaborador da Spirou.
Eugénio, a dominar o estilo semi-realista, tinha também boa capacidade ficcional, como demonstrava este episódio em quatro pranchas.
Prancha inicial da bd Matei-o a 24, da autoria de Victor Mesquita (desenho) e Machado da Graça (argumento), publicada parcialmente na revista Visão (início no nº 1 - 1 de Abril de 1975). O motivo de esta prometedora banda desenhada ter ficado incompleta deveu-se ao facto de ter havido uma espécie de sublevação interna e Victor Mesquita, director da revista e, na época, próximo do PCP, ter sido forçado a largar o cargo e terminado a colaboração, deixando incompletos os episódios Matei-o a 24 e Eternus 9 Um Filho do Cosmos.
O estudo da autoria de Fernando Cardoso, a que deu o título de Expansão Portuguesa nas H.Q., compõe-se de um extenso texto (11 páginas) devidamente ilustrado, quer com imagens de bandas desenhadas ilustrativas do teor do texto, quer com fotografias de personalidades em foco no tema (a de Henrique Galvão, que se pode ver na imagem acima, é uma delas), e até reprodução de páginas de revistas (Vida Mundial, por exemplo)
Capa desenhada por Júlio Gil para a revista Camarada (nº1 do 7º Ano - 2ª série - 11/1/1964), onde é apresentada mais uma aventura de Chico, um dos poucos heróis da BD portuguesa com acção em diversas aventuras.


Em cima: três pranchas da bd O Chico e o Espírito de Fogo, da autoria de Júlio Gil, publicada na revista Camarada (nº 1 - 7º Ano - 2ª série - 11 Jan. 1964).
Para quem viveu em Angola e conhece bem Luanda, a imagem da prancha inicial terá com certeza um fascínio especial, ainda mais por representar a baía daquela cidade na década de 1960, com os edifícios bem desenhados por um autor de BD que era arquitecto.
Prancha inicial da bd Angola 1971, de Pedro (como então assinava Pedro Massano),
publicada originalmente na revista Visão (nº 7, de 10/10/1975)

Não se pode afirmar que o Clube Português de Banda Desenhada exista, em termos legais e oficiais. Não há corpos gerentes, não há sócios nem quotas, o único sinal de existência daquela colectividade amadora é o seu fanzine, editado por dois antigos sócios - Paulo Duarte e Fernando Cardoso -, que têm prazer em poder escrever sobre temas que lhes interessam, e para isso aproveitam o Boletim do clube para o fazer.
E a verdade é que o fazem com qualidade, escolhendo temáticas inexploradas, beneficiando do facto de não terem limitações de espaço - o Boletim varia de número de páginas consoante o critério dos coordenadores -, nem de verbas - a tiragem é limitada tendo em conta os sócios (enfim, os que foram sócios...) ineressados e mais uns exemplares que os coordenadores decidiram oferecer a algumas entidades (Biblioteca Nacional de Portugal, Bedeteca de Lisboa, CNBDI da Amadora).
O presente número 125, a que aqui estou a fazer referência, engloba o terceiro e último capítulo do tema Expansão Portuguesa nas HQ (a expressão adoptada pelos coordenadores tendeu para Histórias aos Quadradinhos, em detrimento de Banda Desenhada, algo que subtilmente parece depreciar a própria nomenclatura da colectividade em nome da qual editam o Boletim).
As bandas desenhadas foram seleccionadas, tal como as dos dois números anteriores dedicados ao tema, de diversas revistas portuguesas de BD, e, naturalmente, de um naipe variado de autores, nomeadamente Vítor Péon, Fernando Bento, Carlos Alberto, Eugénio Roque, Fernandes Silva, Victor Mesquita, Pedro Massano.
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Boletim do Clube Português de Banda Desenhada
Nº 125 - Setembro 08
Formato A4 - 104 páginas
Editor: Clube Português de Banda Desenhada
Lisboa
Coordenadores: Fernando Cardoso e Paulo Duarte
Arranjo gráfico: Fernando Cardoso
Há duas edições: Uma, toda a cores, de apenas 7 exemplares, com destino pré-estabelecido (preço não fixo, dependendo do número de páginas, mas a rondar €50); outra, toda a preto e branco, em 31 exemplares, também já pré-destinados para entidades oficiais, e alguns interessados, antigos sócios do CPBD
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Quarta-feira, Novembro 04, 2009

Folha Volante - Nº 240 - Novembro 2009


Imagens de cima:
Matriz que é reproduzida em cópia digital unicamento a preto, porque a cores seria demasiado caro para um fanzine distribuído gratuitamente...
Imagens de baixo:
As cópias do fanzine, tal como são distribuídas aos participantes da Tertúlia BD de Lisboa





Folha Volante é um slimzine (assim se classificam os fanzines muito pequenos ou de corpo esguio)que - repito o que disse em postagens anteriores - distribuído gratuitamente nos encontros da Tertúlia BD de Lisboa.
Este, de cor verde clara, é utilizado para divulgar na tertúlia bandas desenhadas que aparecem em jornais ou respectivos suplementos/revistas, e que passam despercebidas a muitos dos participantes daquela associação informal.
Além de chamar a atenção para o facto de haver BD a ser publicada, cumpre-se igualmente a finalidade de dar assuntos para conversa girando à volta da banda desenhada - e faz sentido, digo eu, que numa tertúlia bedéfila mensal se dê prioridade à troca de impressões sobre esse tema...
Desta vez a bd reproduzida (2 pranchas), da autoria de Nuno Saraiva, foi "pirateada" do suplemento/revista Tabu, em edição conjunta com o semanário Sol, que publica, a cores, esta série intitulada Na Terra como no Céu, criada integralmente pelo já citado autor (argumentista/desenhador/colorista/legendador, 4 em 1), fazendo humor à conta da gripe A ("gripá", como dizem os locutores da rádio e da televisão, forma feia de dizer que acabamos todos por copiar).
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Folha Volante
Nº 240
3 Dezembro 09
Formato A4 - (Uma folha A4, de cor verde) fotocopiada frente e verso a p/b
Fanzine aperiódico
Tiragem: 100 exemplares
Distribuição gratuita na Tertúlia BD de Lisboa
Editor: Geraldes Lino
Apartado 50273
1707-001
Lisboa

Quarta-feira, Outubro 28, 2009

Fandwestern - Série Especial nº 6 - [Setembro 2008]



Houve em tempos não muito remotos temas extraordinariamente populares na banda desenhada e no cinema, um dos quais foi o western, que era carinhosamente apelidado de "coboiada".
Entre nós, um dos maiores cultores do género foi Vítor Péon, claramente influenciado, na criação de episódios de aventuras no Oeste, por autores ingleses. Mas não por Tony Weare, o criador do cowboy chamado Matt Marriott, cujo talento o faneditor [José Pires] sublinha nesta recuperação que faz das tiras da presente aventura, impressa originalmente na revista Mundo de Aventuras.
Quem for fã do género e do muito dotado ilustrador inglês Tony Weare, pode clicar na coluna de registo dos "posts", em Setembro, visto que há lá a reprodução de outro número deste zine, valorizado pela fotografia do criador de Matt Marriott.

Fandwestern - O Fanzine do Fanático da BD Western
Série Especial Matt Marriott nº 6
Fanzine aperiódico
Sem data indicada da edição [Setembro 2008]
Formato italiano (A4 ao baixo) - Capa e contracapa em quadricromia
Miolo: 48 páginas
Tiragem: não indicada (12 exemplares, conforme informação de José Pires).
Director executivo: A. Coniglio
Redacção, Arte e Grafismo: Adolfo Dias [José Pires]
Editor não indicado [José Pires]
Lisboa

Segunda-feira, Outubro 12, 2009

Os Positivos. Banda Desenhada Alternativa - #1 (2ª série]









No verso da capa do fanzine Os Positivos, está a legenda "Humor e Depressão". O humor, algo ácido, perpassa pelas legendas, a depressão anda por lá, mais ou menos sublimada.
Há anos (desde 1997) que Valter Matos edita este fanzine, durante anos em papel, e, a partir de certa altura, no espaço virtual da internet (o presente exemplar do #1 terá sido regresso esporádico ao espaço físico? ou manter-se-ão as duas versões?).
Nunca houve monotonia neste objecto gráfico: o número de páginas varia, o espaço de tempo entre dois números também, os textos são uma mistura de português e inglês (não confundir com bilinguismo...). Leia-se:
"Não, não reajustem os vossos livros, é assim mesmo: tou a desenferrujar as skills as I go. Bear with me for a sec, ok? Já encontro o estilo certo para começarmos esta coisa."
Aqui está a apresentação deste número inicial da nova série, onde o estilo minimalista, mas sugestivo, da banda desenhada, se tem mantido imutável como imagem de marca do autor, desde sempre, no que concerne à componente gráfica.
Quanto à parte ortográfica, lamento dizer, mas os erros, que sempre pulularam no fanzine, são gritantes ("os últimos anos passeio-os", "o 'virtuissismo' inútil", 'pretenções', 'abstracionismo' - como nos restantes textos não houve adesão ao novo acordo ortográfico, então deveria ter escrito abstraccionismo, até ver ainda se usam os dois cc -, entre vários outros, mais o erróneo uso do feminino para falar do fanzine que, para ele, é "a fanzine"(*).
Irreverente, sarcástico, provocador, com frequência a roçar deliberadamente e com algum humor o escatológico, Valter Matos parece usar o texto como forma de catarse para as suas fúrias existenciais, mas também se serve dele para ataque ao ensino formatado: "Porque é que eu tenho de saber o que Freud sonhou, o que Foucault disse, do que o Benjamin disse da perspectiva renascentista (...)"
O faneditor de Os Positivos faz BD, mas não se esgota na sua realização, defende-a da maneira que lhe está mais no feitio, rebela-se e ataca: "(...) enquanto fecham a BD num gueto de galerias e longe das revistas (...)".
Revistas? Já não há, os editores mataram-nas com os álbuns, mais lucrativos - e também porque os leitores, comodistas, preferem o objecto que se arruma com facilidade na estante. Mas temos os fanzines, com toda a sua liberdade, e esses existirão enquanto nós, amadores da coisa amada, quisermos.

(*) Valter Matos, desculpe este ar que você classificará, muito provavelmente, como professoral... Mas, aqui entre nós que ninguém nos ouve, e neste espaço que poucos lêem, "fanzine" é um neologismo originado no conceito "um magazine editado por um/a fã", e o vocábulo nasceu da contracção da palavra fã (fan) com a última sílaba de magazine.
Em Portugal isto já foi escrito milhentas vezes desde o aparecimento do Argon, primeiro fanzine português, em Janeiro de 1972. Eu sei que você não liga a essas coisas...Fuck 'em!

Os Positivos. Banda Desenhada Alternativa
#1 [2ª série]
Data da edição não indicada [Junho 2009]
Periodicidade: não indicada, mas claramente aperiódica
Formato do fanzine: A5
Capa e contracapa em papel kraft
Miolo: 12 páginas em papel reciclado
Editor: não indicado [Valter Matos]

Endereço físico não indicado
(O editor enviou-me amavelmente o fanzine, conhecemo-nos há uns anos quando eu organizei a "Tertúlia Lisboa dos Fanzines", mas entretanto o nº de telefone fixo que eu tinha dele já não responde, e por isso não sei onde é editado o fanzine, nem sei a data em que foi editado, porque esse pormenor não consta no zine).

Endereço electrónico:
http://www.ospositivos.com/

Quarta-feira, Outubro 07, 2009

Folha Volante - nºs 238 e 239- Outubro 2009


Uma banda desenhada de Vasco Martins, publicada originalmente na revista CAIS (nº143-Ag.09)

O artigo reproduzido na lado esquerdo des parte da frente do fanzine Folha Volante (lê-se bem após clicar em cima, peço desculpa a quem sabe) refere-se a uma editora online, a Bubok.pt, que, aparentemente, representa uma fácil maneira de qualquer candidato a escritor poder ser editado.
Quem, todavia, tem uma péssima opinião desta editora, e se baseia em dados concretos, é a bloguista Safaa Dib que, no seu blogue
http://retratos.wordpress.com/
disseca, em clarividente texto, as anomalias no funcionamento da Bubok, que, ao invés de ser uma iniciativa favorável a quem quer ser editado em livro, representa antes uma forma de ganhar dinheiro à custa dos incautos.
Eu reproduzi esta notícia no zine
Folha Volante, porque pensava que estava a fazer uma boa divulgação pelos habituais quarenta e tal "tertulianos" presentes na Tertúlia BD de Lisboa, ontem, dia 6. Mas, após ler o "post" (datado de 10 Set.)da Safaa Dib, peço-lhes o favor de também o lerem e fazerem o seu próprio juízo, já com uma dose de novas e bem baseadas informações.

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Quanto ao recorte afixado no lado direito do fanzine refere-se à actividade de Fernando Relvas, a viver na Croácia, e que tem sido editado pela Lulu, editora que funciona no sistema de POD-Print on Demand
http://www.lulu.com/
Pelos testemunhos e edições concretas de dois autores, Luís Peres, e, agora, Relvas, aqui temos uma editora online que merece toda a confiança. Ainda bem!


Interessante artigo de Manuel António Pina, em que se apresenta como esclarecido tintinófilo, fazendo a análise, entre outras coisas, das duas edições do episódio de Tintin no Congo que conhece.
in suplemento/revista do Jornal de Notícias, Notícias Magazine, 20 Set.09

Como tenho dito em vezes anteriores, apenas ultrapasso com este [fanzine] Folha Volante a ordem cronológica que costumo respeitar na reprodução dos restantes zines.
A razão é simples: sendo distribuído gratuitamente na Tertúlia BD de Lisboa, a sua função é a de divulgar informações relacionadas com banda desenhada, e bedês publicadas em datas recentes, é óbvio que um desfasamento temporal muito dilatado tornaria obsoletas as notícias (não as bedês, geralmente intemporais).
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Folha Volante Nºs 238 e 239
6 Outubro 09
Formato A4 - (Uma folha A4, de cor verde) fotocopiada frente e verso a p/b (*)
Fanzine aperiódico
Tiragem: 100 exemplares
Distribuição gratuita na Tertúlia BD de Lisboa
Editor: Geraldes Lino
Apartado 50273
1707-001 Lisboa

(*) Nota: A reprodução, neste caso, incidiu sobre as madres do fanzine, reproduzidas depois em papel verde, como se poderá ver em postagens anteriores

Sexta-feira, Outubro 02, 2009

Fandclassics - nº 2 - Jan. 08










Claro que este formato não dá gozo nenhum ver, mas ampliando as imagens, com um simples clic, que maravilha de desenhos surgem aos nossos olhos!

O facto de ter dois blogues, e ter de acumular material para ambos, provocou-me a ultrapassagem não propositada deste fanzine já editado no princípio do ano.
Lamento, porque ele trata de um autor (Milton Caniff) e de uma série ("Terry and the Pirates"), um conjunto superlativo da Banda Desenhada mundial (Caniff ficou também conhecido por Steve Canyon, estreada entre nós na revista Mundo de Aventuras, logo no seu primeiro número).
Terry e os Piratas era publicada semanalmente em tiras, uma por dia, e, como acontecia habitualmente, ao Domingo tinha direito a uma página a cores, as célebres "Sunday Page", ou "Sunday Suplement", que de certa maneira resumiam o que tinha sido publicado durante a semana.
O Fandclassics, que apresenta por subtítulo a frase "O fanzine do fanático dos grandes clássicos da BD" reproduz apenas as tiras diárias, a preto e branco, ao ritmo de quatro tiras por página, com uma reprodução não perfeita, mas suficentemente visíveis, enquanto que as legendas, escritas pelo próprio faneditor, usam fonte de maiúsculas de boa legibilidade.
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Fandclassics
Nº2

Data - Jan.08
Formato A4
Capa e contracapa a cores
Conteúdo: 62 páginas a cores
Editor - não indicado [José Pires]
Lisboa

Quarta-feira, Setembro 23, 2009

Juvebedê nº 40 (Jun.08) e nº 41 (Out.08)










Acima: Capa, páginas de artigos e uma de BD pertencentes ao Juvebedê nº 41 de Out.08
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Acima: Reprodução da capa, de páginas de texto e de BD do fanzine Juvebedê nº 40 - Jun. 08
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Para evitar mal-entendidos: apesar de não ser editado por um fã (ou por um grupo de fãs), classifico Juvebedê como um fanzine pelo facto de não ser editado com fins lucrativos (é gratuito!) e por a Associação Juvemedia ser uma entidade amadora sem fins lucrativos, apenas existente graças ao apoio do pelouro da Juventude da C.M.Lisboa e pelo mecenato da Mamedsa Agência Marítima (Portugal).
Digamos que está no limite da classificação de fanzine.
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Juvebedê nºs 40 (Jun.08) e 41 (Out.08)
Formato A4 - Capa e contracapa a cores - 20 páginas a preto e branco
Editor: Associação Juvemedia
Director e Coordenador Editorial: Carlos Fernando Cunha
Redacção: Alexandra Sousa, Carlos Fernando Cunha, Miguel Coelho
Tiragem: 250 exemplares
Distribuição gratuita por Serviços Centrais de Lisboa do Instituto Português da Juventude (Lisboa). e na Associação Juvemedia
Rua Gomes Freire, 183-3º Esqº
1150-177 Lisboa
email: info@juvemedia.pt
sítio: http://www.juvemedia.pt/